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Peça seu benefício ainda em 2020.

A reforma da Previdência, que passou a valer no dia 13 de novembro de 2019, trouxe mudanças profundas nas regras do INSS, ao criar a aposentadoria com idade mínima. No entanto, quem já estava no mercado de trabalho consegue se aposentar sem cumprir este requisito, entrando em uma das regras de transição da reforma.

APOSENTADORIA POR IDADE

A idade mínima de aposentadoria dos homens não mudou, eles continuam se aposentado com 65 anos de idade e, para quem já estava no mercado de trabalho, 15 anos de pagamentos ao INSS

Para as mulheres houve alterações. A idade mínima da aposentadoria subiu de 60 para 62 anos na regra geral

Na transição, a idade mínima da aposentadoria por idade sobe seis meses por ano, até chegar aos 62 anos para quem já estava no mercado de trabalho.

A partir de janeiro de 2021, a aposentadoria por idade vai passar a exigir 61 anos das mulheres. Trabalhadoras que completarem 60 anos e seis meses até dezembro e tiverem 15 anos de contribuição poderão agendar o pedido.

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

O benefício por tempo de contribuição deixou de existir na Nova Previdência, mas quem estava no mercado de trabalho pode se aposentar em uma das regras de transição.

Pontuação mínima

A antiga aposentadoria com pontuação mínima garantia ao segurado receber 100% de sua média salarial ao atingir os pontos somando idade e tempo de contribuição. Com a reforma, a pontuação mínima passou a ser uma das regras de transição.

O segurado que, ao somar idade com tempo de contribuição, atingir 87 pontos, para as mulheres; e 97 pontos, homens. Portanto necessário ter o tempo mínimo de contribuição, que é de 30 anos de INSS, para as mulheres, e 35 anos, para os homens.

A partir de janeiro de 2021, a pontuação mínima subirá. Será preciso atingir, na soma da idade e do tempo de contribuição, 88/98 pontos. A elevação nos pontos ocorre anualmente, até que se atinja 100/105 para mulheres e homens, a partir de 2033.

Pedágio de 50%

Homens e mulheres que estavam a dois anos da aposentadoria quando a reforma passou a valer entram nesta regra de transição. No entanto, terão de trabalhar por mais 50% do tempo que faltava para ter o benefício.

Pedágio de 100%

O segurado de qualquer idade pode entrar nesta regra de transição, independentemente do tempo de contribuição ao INSS. No entanto, ele terá de trabalhar pelo dobro do período que, em 13 de novembro de 2019, faltava para obter o benefício pelas regras da antiga aposentadoria por tempo de contribuição.

A aposentadoria por tempo de contribuição exige 30 anos de pagamentos ao INSS, para as mulheres; e 35 anos de pagamentos ao INSS, para os homens.

Consegue pedir o benefício neste ano o segurado que, em novembro de 2019, estava há poucos meses de chegar ao tempo mínimo de contribuição.

Neste caso, entram na regra: homens que tinham a partir de 34 anos e seis meses de contribuição e mulheres que tinham a partir de 29 anos e seis meses de contribuição.

CONSULTE UM ESPECIALISTA

O pedido deve ser feito quando completar o tempo mínimo. Para quem faltava menos de cinco meses de contribuição, a aposentadoria já pode ser agendada. Já os demais irão pagar o pedágio de setembro a dezembro.

IDADE MÍNIMA

A regra vale para todos que estão no mercado de trabalho e que atinjam, neste ano, o tempo mínimo de contribuição de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens). No entanto, o segurado ou a segurada precisam atingir a idade mínima permitida para a aposentadoria.

Para se aposentar até dezembro, a idade mínima é de 61 anos e seis meses, para o homem; e 56 anos e seis meses, para a mulher.

A idade sobe em 2021, a idade mínima será de 62 anos (homens) e 57 (mulheres). A cada ano a idade mínima sobe meses a cada ano, até chegar a 65 anos (homens), em 2027, e 62 (mulheres), em 2031.

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